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Quinta-feira, 28.04.11

Mudanca de BLOG

Mudamos de sitio, agradeço a todos que nos seguiram neste blog que o façam nos seguintes links novos:

 

O link abaixo serve para guardar pois se alguma vês o nosso site for abaixo em pouco tempo será direccionado para ele.

 

http://conticasos.pt.to/

 

ou

 

http://conticasos.pt.am/

 

 

 

 

 

Pedimos a todos que guardem estes links e que acedam através deles ao novo blog, pois este deixa de ser actualizado. Os posts que aqui estão também já estao no novo, alem de já estar actualizado com mais.

Vamos para uma plataforma que da mais vantagens a todos os níveis.

 

 

 

 

Pois o nosso blog tem sido eliminado varias vez e assim desta forma em poucos minutos temos o blog online basta para isso esperar um pouco e aceder nos links acima.

 

Sejam bem vindos.

 

CONTICASOS

publicado por conticasos às 15:14 | link do post | comentar
Sexta-feira, 14.08.09

Franz Kafka.

Fotografia de Franz Kafka retirada em 1906

Franz Kafka
Praga, 1883 - idem, 1924

Escritor checo em língua alemã. É um dos romancistas mais singulares do século xx. A sua obra está marcada por uma ruptura interior alimentada pela sua confusa identidade: de origem judaica, vive no fervor nacionalista centro-europeu e escreve em alemão. Por decisão do pai, com quem mantinha relações conflituosas, estuda Direito e trabalha ao longo de quase toda a sua vida numa companhia de seguros. Mas a sua complexa natureza não se adapta a esta rotina e dedica todo o tempo livre à obra literária. Mantém vários amores difíceis, dos quais há abundante informação nos seus diários e cartas. Doente de tuberculose, morre aos quarenta e um anos depois de ordenar a Max Brod, seu testamenteiro literário, que queime os seus manuscritos (coisa que este não faz).
Um dos seus primeiros livros é Um Médico da Aldeia, série de relatos que apresentam um universo angustiado, entre o sentimento e a decadência física e o peso da obra que ainda lhe fica por escrever. O Castelo é uma obra de plena maturidade. Em termos gerais, ao longo de toda a sua obra Kafka entrega-se à exploração do seu universo interior. A Metamorfose, O Processo, A Colónia Penitenciária, o Diário Íntimo e a Correspondência são os seus melhores escritos. Deixa várias obras inacabadas.
Quanto à técnica narrativa, na obra de Kafka o narrador confunde-se exactamente com a sua pessoa, isto é, praticamente desaparece. O romancista não domina o mundo que descreve, mas que o padece; isto explica a ausência de uma dimensão moral ou política na sua obra.

publicado por conticasos às 13:35 | link do post | comentar

Um Arquiophterix (Pássaro-Trovão) no Séc. XIX? - Facto ou lenda?


O único e último Arquiophterix já fotografado, foi capturado por trabalhadores de uma fazenda do município de Tombstone, no Arizona (EUA) em 1800. O animal foi carinhosamente baptizado pela população da região de "Thunderbird" (pássaro trovão), devido a envergadura de suas asas e a sua cor. Estranhou-se muito a captura daquela ave, pois já deveria estar extinta há vários milhões de anos devido ter vivido juntamente com os dinossauros.
Apesar de dizerem que aquele Arquiophterix foi o último existente na face da Terra, há boatos de avistamento destes animais em florestas do estado da Pensylvania. Teria ocorrido com este Arquiophterix o mesmo que supostamente ocorreu com o BigFoot?
-As primeiras histórias de "pássaro-trovão" são de 1890, na cidade de Tombstone, Arizona, e incluem uma fotografia do animal, que tinha uma envergadura de asas de 11 metros. Já os relatos dos últimos 20 anos, vêm da região da Floresta Negra, na Pensilvânia. Infelizmente ainda não existe uma obra histórica abrangente e o material publicado é pequeno. Mas os relatos das aparições dos pássaros-trovão , por vezes chamados de abutres ou águias gigantes, são um fenômeno nacional, e as descrições são tão semelhantes que Mark A. Hall, a maior autoridade no assunto, propõe uma descrição genérica baseada no testemunho ocular:
-"O pássaro é distinguido por seu tamanho e sua capacidade de alçar vôo, que supera os de qualquer outro conhecido e ainda vivo em qualquer lugar do Planeta. As estimativas da envergadura das asas são necessariamente adivinhações. Mas alguns observadores tiveram a vantagem de ver um objecto mensurável que pudessem usar como referência, ou então de ver o pássaro em repouso. O resultado informa dimensões de 4,5 a 6 metros. O pássaro em repouso ou no chão parece ter 1,20 a 2,40 metros de altura. A cor típica dos pássaros é escura: marrom, cinza ou preto."
publicado por conticasos às 13:34 | link do post | comentar

Avistamentos de “Pássaros-Trovão” (Thunderbirds) nos EUA.

A rara fotografia de um “Pássaro-Trovão” abatido no Arizona, em 1890

Nos últimos anos têm surgido alguns novos testemunhos de pessoas que viram o mítico “Pássaro Trovão”, nos EUA, mais especificamente no Alaska (ver AQUI e AQUI)… Na verdade este “mito” é dos mais fascinantes da actualidade, ainda mais do que o Bigfoot ou do Yéti. Embora o primeiro relato, de 1890, descreva uma espécie de pterodáctilo, com asas sem penas e uma cabeça semelhante à de um crocodilo, fazendo acreditar numa sobrevivência deste dinossauro do Jurássico até pelo menos os finais do século XIX, a maioria dos testemunhos mais recentes descrevem uma criatura substancialmente diferente… Com efeito, os avistamentos realizados a partir de meados da década de sessenta apontam mais para um pássaro de grande envergadura de asas, quase do tamanho de um pequeno avião.

Os nativos americanos tinham na sua mitologia uma criatura a que chamavam “Pássaro-Trovão” (Thunderbird), uma designação que continou até aos dias de hoje e que serve agora para denominar estes estranhos avistamentos. No passado, houve pássaros com dimensões semelhantes às descritas nestes relatos, como Argentavis magnificens com sete metros de envergadura de asas e, claro, o já citado Quetzalcoatlus northropi. que podia chegar aos 20 metros de envergadura…. Portanto é teoricamente possível haver tais criaturas nos ares… Alguns criptologistas como John Keel, associaram os avistamentos a tempestades. Parece claro, que aqui, como quanto aos relatos de avistamentos de criaturas humanoides estamos perante precisamente o mesmo dilema: existem testemunhos bastantes e suficientemente credíveis para se saber que estes relatos correspondem a algo, a algum tipo de criatura real e concreta…
Serão avistamentos de pássaros de grandes dimensões como águias, condores ou abutres, que sob certas ilusões de óptica parecem muito maiores do que efectivamente são? Parece certo que não existem comunidades suficientemente extensas destas criaturas, já que os seus avistamentos são tão raros e nunca foi encontrado um ninho, ovo ou carcassa… (e eles morrem, certo?).
Mas sendo assim… Será que a associação com as tempestades – que aliás é consentânea com o mito indígena está na raíz desta explicação? Será que em certas condições, um trovão, mais ou seus cem milhões de volts podem… abrir portais para dimensões paralelas e que estas criaturas, nessas condições ficam entre nós durante algum tempo, para depois… voltarem para onde vieram? Sei que é uma mera especulativa sem sustentação… Mas…

Fonte: Answers.com
publicado por conticasos às 13:33 | link do post | comentar
Quinta-feira, 13.08.09

O que Deus faz é pelo melhor.

Havia um médico, homem bom e sem malícia, na corte de um poderoso rei. Visitando Sua Alteza, ainda que o achasse afligido com qualquer trabalho ou dor, não mostrava entristecer-se. Aplicava os remédios que entendia lhe eram necessários, e consolava o rei, dizendo que não se agastasse e sofresse seu trabalho com paciência, porque tudo o que Deus faz é pelo melhor.
Aconteceu de morrer o príncipe herdeiro do reino, pelo que o rei ficou muito triste. Querendo o médico visitá-lo e consolá-lo, como todos faziam, o fez com as palavras de seu costume, dizendo-lhe:
— Senhor, não vos agasteis tanto, a ponto de prejudicar a vossa pessoa. Tudo que Deus faz é pelo melhor.
O rei não teve paciência ao ouvir este dito em tal ocasião, e pensou:
— O que poderia ser pior para o príncipe meu filho, do que morrer?
Vou me vingar deste médico insolente. Vejamos se lhe será melhor a morte que lhe mandarei dar do que deixá-lo viver.
Chamou dois homens, e ordenou:
— Ide atrás do médico que acabou de sair, e dizei-lhe que quereis dar um recado meu. Quando estiverdes diante dele, matai-o, por ordem minha.
Os homens foram à casa do médico, e achando a porta da escada fechada, gritaram que traziam um recado do rei. Alvoroçado com isto, o médico colocou o sobretudo e desceu para abrir a porta. Mas, com a pressa de descer, o sobretudo agarrou no corrimão da escada, ele caiu e quebrou a perna. Ouvindo seus gritos de dor, os servidores da casa vieram e o tiraram dali, levando-o para a cama. A dona da casa explicou aos emissários do rei o que acontecera, e eles voltaram para explicar tudo ao rei.
O médico permaneceu mais de seis meses na cama. Quando sarou, levantou-se e foi mancando à presença do rei. Vendo-lhe o defeito, o rei quis consolá-lo, mas o médico se adiantou e disse:
— Não me aborreço com isso, porque o que Deus faz é pelo melhor.
Ouvindo isso, o rei concluiu que ele aplicava essa norma sábia também a si próprio, e o teve dali por diante por bom homem. Perdeu o rancor que contra ele tinha, e viu também que na verdade foi melhor ele ter quebrado a perna, pois do contrário teria morrido.
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publicado por conticasos às 15:38 | link do post | comentar
Quarta-feira, 12.08.09

A lenda do Galo de Barcelos e o Milagre do Enforcado.


Na origem da lenda está um crime cometido em Barcelinhos que ficou impune, apesar das sérias investigações das autoridades de então. Este crime ficou esquecido até que um dia um peregrino galego que se dirigia a Santiago, parou para passar a noite no albergue local. Ao jantar, enquanto ceava, reparou que alguém o observava fixamente, mas não fez caso e continuou a sua refeição.
O individuo saiu do albergue, dirigiu-se a casa do juiz, e acusou o peregrino da autoria do crime. Preso, o crente galego não conseguia apresentar provas da sua inocência, tendo sido levado para as masmorras, julgado e condenado à forca.
No dia do enforcamento, o peregrino pediu, como sua última vontade, que o levassem à presença do juiz que tão injustamente o tinha julgado. Perante o juiz, que estava em sua casa preparando-se para trinchar um magnífico galo assado, o condenado ajoelhou-se. Seguidamente, afirmou a sua inocência e suplicou que não o enforcassem, pois era a primeira vez que estava em Barcelinhos e nunca tinha visto a vítima do crime. O juiz não se comoveu. Então, o galego invocou a ajuda de Santiago e perante todos afirmou que era tão certo estar inocente, como o galo assado cantar antes do dia acabar. Todos os convivas presentes se riram da afirmação mas, supersticiosamente, não tocaram no galo. À noite, observaram com espanto que o galo se cobria de penas novas, se levantava e batia asas para cantar com energia. Correram todos para o lugar da forca e encheram-se de espanto ao ver o peregrino vivo, com uma corda frouxa à volta do pescoço, apesar de estar pendurado. Atemorizados por este facto insólito, libertaram o peregrino galego, deixando-o seguir o seu caminho.
Diz-se que em agradecimento pela ajuda de Santiago, o peregrino mandou erguer o padrão que ainda hoje lá se encontra.
publicado por conticasos às 14:21 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Sexta-feira, 12.06.09

FESTAS POPULARES - O Santo António de Lisboa.



QUEM FOI ?

O Santo de Lisboa.

Bem, verdade verdadinha, o santo padroeiro de Lisboa é São Vicente.
Mas foi Santo António que conquistou o coração dos lisboetas, que lhe dedicam todos os anos o dia 13 de Junho, feriado municipal.

Ele é o santo casamenteiro, sempre associado à cidade que o viu nascer. Não importa se ele passou os últimos anos da sua vida em Pádua. Para os lisboetas, Santo António... é o Santo de Lisboa.

Fernando de Bulhão, ou Santo António como ficou imortalizado para sempre na história da capital portuguesa, nasceu em Lisboa, provavelmente a 15 de Agosto de 1195, numa casa onde mais tarde se ergueu a igreja em sua honra.

Os primeiros estudos foram feitos na Sé de Lisboa e abraçou a vida religiosa em S. Vicente de Fora.

É ordenado sacerdote no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

Diz a tradição que Fernando tinha uma memória extraordinária, sabendo de cor não só as Escrituras Sagradas como também a vida dos Santos Padres.
Tornou-se frade franciscano e recolheu-se como Eremita nos Olivais.

Troca o nome para António em 1220 e é por essa altura que viaja para Marrocos, onde foi atacado por pestilência aquando da sua chegada. Passado um ano, quando regressava de barco a Portugal, uma forte tempestade arrastou-o para Itália, onde o destino haveria de o prender.

São Francisco convoca-o em 1221 para o Capítulo Geral da Ordem e ali, ele revela os seus talentos de orador a pregar perante os seus confrades.

Foi convidado a ensinar teologia nas escolas franciscanas de Bolonha, Montpellier e Toulouse, e é nomeado ministro provincial no Norte da Itália, em 1227.

Prossegue a sua carreira académica em Pádua, cidade onde viria a morrer em 1231.

É proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera "exímio teólogo e insigne mestre e matérias de ascética e mística".



"UM TOSTÃOZINHO PRÓ SANTO ANTÓNIO!"

Fernando Martins de Bulhão nasceu em Lisboa, a dois passos da catedral onde foi baptizado e passou a maior parte da sua curta vida na capital portuguesa (morreu em Pádua com 36 anos), tendo aqui estudado e sido ordenado.

Canonizado um ano depois da sua morte, reza a lenda que o povo quis mostrar, desde logo, a Santo António a sua imensa devoção, mandando construir uma capela no lugar da sua casa natal.

O rei D. João II, já no século XV, mandou construir nesse mesmo local uma igreja, a qual viria a ser totalmente destruída aquando do terramoto de 1755.

A sua reconstrução foi financiada por subscrição pública e, por isso, as crianças da cidade montaram pequenas bancas na rua com uma imagem do franciscano, pedindo “um tostãozinho pró Santo António!”, uma tradição que ainda hoje perdura, por altura do dia 13 de Junho, data em que o patrono de Lisboa morreu.

A igreja que se ergue ao lado da Sé foi construída, no século XVIII, a partir de um projecto do arquitecto Mateus Vicente.



FESTAS E TRADIÇÕES

A 13 de Junho, a cidade de Lisboa pára.
Na véspera, a cidade dançou, divertiu-se, leu pregões, cheirou mangericos e comeu sardinha assada.

Lisboa orgulha-se do seu santo e da tradição.
São os bairros mais populares os que mais importância dão ao seu santo.
É aí que a velha Olissipo se afirma, que a tradição enobrece.
O Castelo e Alfama vestem-se para receber o Santo, entre marchas e fitas coloridas.
Nos largos onde desembocam as pequenas vielas e as íngremes escadarias, nascem esplanadas com sardinha assada, fitas coloridas e música de arraial. É um dos lados mais pitorescos de Lisboa, à noite, onde velhos e novos se juntam em alegre paródia. Os primeiros brindam à tradição; os segundos, porque qualquer razão é boa para brindar e dançar.

Associado ao Santo António está a sua característica casamenteira.

"Santo António, Santo Antoninho
Arranja-me lá um maridinho..."

é um dos mais antigos pregões populares.

As décadas de 50 e 60 marcaram uma tradição que teve grande acolhimento popular na cidade de Lisboa: "As Noivas de Santo António".
A iniciativa era patrocinada pelo jornal Diário Popular e por alguns comerciantes que ofereciam a indumentária para a boda.
Actualmente, a Câmara de Lisboa retomou esta velha tradição, que perpetua a marca casamenteira de Santo António.




LENDAS

O povo festeja Santo António como o Santo Casamenteiro.

A lenda tem origem na generosidade com que o frade presenteava as jovens sem dote para que se pudessem casar. Daqui resultaram diversas outras lendas.

A mais conhecida reza que uma rapariga, farta de rezar e esperar que o santo ouvisse as suas preces, atirou a sua imagem pela janela fora. A estatueta bateu na cabeça de um rico homem, que logo se apaixonou e casou com ela.
A partir deste momento, o Santo Casamenteiro não teve mais descanso a atender os pedidos que lhe são dirigidos.

Santo António é também, talvez devido aos seus dotes de oratória, o advogado das causas perdidas e o que nos ajuda a encontrar objectos perdidos de grande valor.





OS MONUMENTOS


Os principais monumentos que Lisboa mandou construir em memória do seu santo adoptivo são: a estátua e a igreja.

A estátua é uma das mais importantes da capital portuguesa. Foi edificada na rotunda da Avenida de Roma com a Avenida da Igreja, no bairro de Alvalade.









Quanto à igreja, é de origem tardo-barroca, construída no local (Largo de Santo António da Sé) onde, segundo a tradição, residiu Santo António.

Em 1431, existia no local um modesto culto a Santo António, tendo D. João II mandado edificar um novo e sumptuoso templo, que veio a ser destruído pelo terramoto de 1755.
A reconstrução inicia-se em Agosto de 1767, demolindo-se a capela-mor, que havia ficado de pé, e recuperando-se a cripta, onde se diz ter nascido o Santo. Esta obra pertenceu aos arquitectos Mateus Vicente e de Carvalho Negreiros.
A igreja é um templo de nave única e dois altares.






GASTRONOMIA




Na festa de Santo António, a gastronomia é tão importante como a religiosidade que lhes está associada.
As sardinhadas e o caldo verde são a ementa desta festividade.

publicado por conticasos às 13:50 | link do post | comentar
Quarta-feira, 06.05.09

Lenda da Nossa Senhora de Vagos.

A pouco mais de um quilómetro da vila de Vagos, situada num local campestre, pitoresco e aprazível, convidativo à oração, fica a ermida de Nossa Senhora de Vagos cheia de história e tradição. Consta que antes do actual santuário, existiu outro a dois quilómetros deste de que há apenas vestígios de uma parede bastante alta, denominada «Paredes da Torre», cercada presentemente por densa floresta mas de fácil acesso. Tradições antigas com várias lendas à mistura, dizem que perto da praia da Vagueira naufragou um navio francês dentro do qual havia uma imagem de Nossa Senhora que a tripulação conseguiu salvar e esconder debaixo de arbustos que na altura rareavam no areal.

Dirigindo-se para Esgueira, freguesia mais próxima, a tripulação contou o sucedido ao Pároco que acompanhado por muitos fiéis, veio ao local onde tinham colocado a imagem, mas nada encontrou. Dizem uns que Nossa Senhora apareceu a um lavrador indicando-lhe o sítio onde se encontrava o qual aí mandou construir uma ermida; dizem outras que apareceu em sonhos a D. Sancho primeiro quando se encontrava em Viseu que dirigindo-se ao local e tendo encontrado a imagem, mandou construir uma capela e uma torre militar a fim de defender os peregrinos dos piratas que constantemente assaltavam aquela praia. Mas parece que a primeira ermida e o culto da Nossa Senhora de Vagos datam do século doze. O que fez espalhar a devoção a Nossa Senhora de Vagos foram os milagres que se lhe atribuem. Entre eles consta a cura de um leproso, Estevão Coelho, fidalgo dos arredores da Serra da Estrela que veio até ao Santuário. Ao sentir-se curado além de lhe doar grande parte das suas terras, ficou a viver na ermida, vindo a falecer em 1515. É deste Estevão Coelho, que conta a lenda ter quatro vezes a imagem de Nossa Senhora de Vagos, sido trazida para a sua nova Capela, quando das ruínas da Capela antiga (Paredes da Torre), e quatro vezes se ter ela ausentado misteriosamente para a Capela primitiva. Só à quarta vez se reparou que não tinham sido transferidos os ossos de Estêvão Coelho, e que as retiradas que a Senhora fazia eram nascidas de querer acompanhar o seu devoto servo que na sua primeira Ermida estava sepultado; trasladados os ossos daquele, logo ficou a Senhora sossegada e satisfeita. Penso que ainda hoje, à entrada do Templo existe uma pedra com o nome de Estêvão Coelho.

Outro grande milagre teve como cenário os campos de Cantanhede completamente áridos e impróprios para a cultura devido a uma seca que se prolongava à mais de quatro anos. A miséria e a fome alastrou de tal maneira por aquela região que todo o povo no auge do deserto elevava preces ao Céu, para que a chuva caísse. Até que indo em procissão à Senhora da Varziela, ouviram um sino tocar para os lados do Mar de Vagos. Toda a gente tomou esse rumo. Chegados à Ermida de Nossa Senhora de Vagos, suplicaram a Deus que derramasse sobre as suas terras a tão desejada chuva o que de facto sucedeu. Em face de tão grande milagre, fizeram ali mesmo um voto de se deslocarem àquele local de peregrinação, distribuindo ao mesmo tempo as pobres esmolas, dinheiro, géneros, etc. ... Ainda hoje essa tradição se mantém numa manifestação de Fé e Amor. Ainda hoje o pão de Cantanhede continua a ser distribuído em grande quantidade no largo da Nossa Senhora de Vagos.

Perto do actual santuário que pelas lápides sepulcrais aí existentes, remota ao século dezassete, construíram-se umas habitações onde de vez em quando se recolhiam em oração os Condes de Cantanhede e os Srs. de Vila Verde. Hoje, já não existem vestígios dessas habitações.
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publicado por conticasos às 03:04 | link do post | comentar
Sábado, 18.04.09

A lenda do café.


Entre os árabes conta–se que, há muitos anos atrás, Alá, pela voz do profeta Maomé, lhes proibiu o uso de vinho. Eles obedeceram, mas andavam tristes e melancólicos, sem terem uma bebida reconfortante.
Certo dia de Verão, um pastor ia pelo campo com o seu rebanho e, tanto ele como os seus animais, caminhavam com indolência por estar um calor sufocante.
De repente, a paisagem transformou-se e apareceu um vale cheio de arbustos muito verdes.
O rebanho, para matar a fome e a sede, devorou, avidamente, aquela verdura. Qual não foi o espanto do pastor, quando, pouco tempo depois, viu os animais a darem cambalhotas e a correrem de um lado para o outro, cheios de vida.
Assombrado, o pastor apanhou um punhado de grãos dos arbustos e foi cantar a um velho mago o que acontecera.
Ele ferveu os grãos em água e obteve um líquido aromático- CAFÉ –que os dois homens beberam, sentindo logo uma alegre sensação de vivacidade.
Acharam então que aquilo tinha sido uma dádiva do seu deus para os compensar da proibição de beberem vinho.
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publicado por conticasos às 13:57 | link do post | comentar

A Lenda das Maias.


Andavam os judeus à procura de Jesus para o matarem, quando um dia, à noitinha, o viram recolher numa humilde casa.
Então, para poderem na manhã seguinte prender Jesus, penduraram um ramo de giestas no fecho da porta, a fim de não terem dificuldade em conhecer a casa em que ele dormira.
Mas, por milagre, ao amanhecer, todas as portas estavam enfeitadas com ramos de giestas.
E assim os Judeus, desorientados, não puderam descobrir Jesus.

Ainda hoje há o costume de no dia 1º de Maio se enfeitarem as casas com giestas a que também se dá o nome de Maias por florirem em Maio.
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publicado por conticasos às 13:53 | link do post | comentar

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